sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Jornal da Manhã publica matéria especial no Caderno de Educação sobre IBB


ALUNOS DO ENSINO MÉDIO GANHAM SISTEMA DE PREPARAÇÃO AO VESTIBULAR E ENEM

Segundo o Censo da Educação Básica (Inep) mais de 8,3 milhões de alunos estão matriculados em escolas técnicas, públicas e privadas no país. Mas ao mesmo tempo em que cresce o acesso de jovens ao ensino, há ainda uma carência de preparação para o vestibular ou de acesso às carreiras mais concorridas.
Com intuito de contribuir com a formação educacional para provas competitivas e altamente qualificadas, empresas de cursos profissionalizantes investem neste segmento. Em Criciúma, aliando o conceito de professores especializados e a experiência do ensino das redes Pitágoras e da Universidade de Cambrige, Inglaterra, foi criado o Instituto Brigue Beagle (IBB).
O IBB prima pela disciplina, foco e criatividade. Utilizando de uma estrutura elaborada especificamente para o setor, o aluno consegue atingir o desenvolvimento máximo de suas habilidades intelectuais
“Primamos pela formação intelectual e cognitiva do educando. Como as provas estão vindo com enfoque em Sociologia e Filosofia priorizam-se os estudos nestas áreas para criar uma sinergia no ciclo de aprendizado”, avalia Thiago Soethe, diretor da instituição.
O Instituto IBB com sede nas proximidades do extinto Colégio Energia ministra cursos preparatórios semiextensivo, Pré-Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e Pré-Med (voltados para os alunos que desejam ingressar na carreira de Medicina). Há ainda ações educacionais orientando sobre Inglês e Atualidades.

Pré-Enem
O curso Pré-Enem tem período semestral com uma carga de 300 horas. A metodologia trabalha as habilidades e competências dos estudantes.

Pré-Med
Aulas especiais e estrutura planejada para potencializar as chances de acesso às universidades de medicina. Um curso com carga de 60 aulas semanais, totalizando 875 horas em ensino integral, complementados com simulados bimestrais, plantões especiais aos sábados e material didático específico. 

Curso semi-extensivo 
Ideal ao aluno que já terminou ou está concluindo o Ensino Médio e precisa revisar as matérias dos anos anteriores. Com 30 aulas semanais, o conteúdo apresentado faz um resumo teórico prático de todas as competências vistas ao longo do ano naquele período.

Informações
Instituto Brigue Beagle
Telefone: 048 3045-1761
www.institutobb.com.br/
www.institutobb.blogspot.com
www.facebook.com/InstitutoBB
@ib2_criciuma

Confira a preparação da Lílian que passou em primeiro lugar na UFSC



Depois de fazer dois vestibulares e não ver, nenhuma vez, seu nome publicado na lista dos aprovados, a estudante Lílian Jocken Stange, 18 anos, conseguiu uma vaga na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Passou em grande estilo: em primeiro lugar geral no concurso de inverno. Deixou para trás 3.974 estudantes acertando 87,27% das questões.

Aprovada em Fonoaudiologia, Lílian não vai fazer o curso. O vestibular de inverno fez parte do treinamento da estudante. Ela continuará no cursinho até dezembro, quando fará vestibular para o curso de Medicina.

Depois de descansar durante as férias em sua cidade natal, Braço do Norte, na região Sul do Estado, ela volta aos estudos e segue a fórmula que deu certo. Mas pretende se dedicar ainda mais aos cadernos e apostilas, às redações e às revisões das matérias.

Diário Catarinense – Quantas vezes você já prestou vestibular?

Lílian Jocken Stange – Fiz quando estava no segundo ano do ensino médio, por experiência, e, no ano passado, quando eu ainda estava no terceirão.

DC – Você tinha tentado para qual curso?

Lílian – Nas duas vezes para Medicina. Agora eu fiz para Fonoaudiologia. Como a UFSC abriu vestibular no meio do ano, é mais um teste. A universidade ia mudar a prova, colocar mais questões discursivas. Daí eu resolvi tentar.

DC – Como você foi no vestibular no ano passado?

Lílian – Fiquei em 135º. Eram 70 vagas, tirando as cotas. No total, cem vagas.

DC – Como é a sua rotina diária de estudos?

Lílian – Eu vou para o cursinho de manhã. À tarde, geralmente estudo na biblioteca do colégio. Eu estudo toda a matéria que o professor dá no dia, mais ou menos umas sete horas por dia. Vou até umas 20h.

DC – Você tinha essa mesma rotina no ano passado?

Lílian – Agora eu estou estudando mais. Como não tem as provas do terceirão, já alivia um pouco.

DC – Você faz atividade física?

Lílian – Não, eu estou só estudando. Deveria...

DC – Fora o cursinho, você faz outro tipo de preparação?

Lílian – Vou começar aula de redação agora.

DC – Você deixou de sair nesse período de estudos?

Lílian – Sim. Normalmente, eu saía a cada 15 dias. Não todo final de semana. Mas eu deixei de sair completamente. Só quando eu vou para minha casa em Braço do Norte. Daí eu saio com as minhas amigas.

DC – Você também estuda no fim de semana?

Lílian – Sim. Como tem aula no sábado de manhã, estudo no sábado à tarde. Eu deixo o domingo para revisar o conteúdo da semana. Às vezes, eu deixo para ler os livros que são pedidos.

DC – Você sempre foi boa aluna?

Lílian – Fui. No ano passado, eu ganhei como de melhor aluna do terceirão, de média mais alta.

DC – Você esperava esse resultado do vestibular?

Lílian – Não. Até achei que não fosse passar, porque tinha só 40 vagas. Eu achei que não tivesse ido tão bem. No total, fiz 96 pontos, de 110.

DC – O que você achou da prova deste vestibular?

Lílian – Eu achei mais acessível do que a do ano passado. Como estava um pouco mais fácil, eu achei que todo mundo ia bem.

DC – Você fica nervosa na hora da prova?

Lílian – Eu procuro relaxar. Nervoso, acho que todo mundo fica. Dessa vez, não fiquei tão nervosa porque não valia nada. No ano passado, eu fiquei muito nervosa. Acho que foi isso que atrapalhou um pouco. Mas, nos 15 minutos que a gente tem antes da prova, eu procuro relaxar bem.

DC – Você descansou nas férias?

Lílian – Coloquei a leitura dos livros em dia. Só falta ler um. Também saí com minha família e meus amigos. Dei uma descansada.

DC – Como vai ser a preparação nos próximos seis meses, agora para você fazer o vestibular de Medicina?

Lílian – Eu vou continuar como estou fazendo agora. Estudando um pouco mais e revisando.

DC – Qual é o segredo para ir bem no vestibular?

Lílian – Acho que é acreditar em si mesma e confiar em Deus. Tem de acreditar que não está sozinha na hora de fazer a prova. Estudar o máximo que puder e tirar todas as dúvidas. Ficar tranquilo também.

Fonte: Diário Catarinense

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Redação Nota 10 no Vestibular

Uma das coisas que mais demanda tempo no vestibular é a redação. E dependendo do tema, o candidato sofre para escrever um bom texto.

Você que acredita que possa ter dificuldades na hora de escrever a redação, conheça os tipos mais solicitados nas provas e veja as dicas de Marcela Fossey, da Fundação Vunesp, para fazer uma redação nota 10 nos vestibulares.




Fonte: http://www.sejabixo.com.br

terça-feira, 27 de novembro de 2012

SC se sai bem no ENEM


Matéria publicada na edição deste domingo no Diário Catarinense
Reeditada pela Assessoria de Comunicação do Instituto Brigue Beagle


  O colégio de SC mais bem colocado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2011 é de Blumenau.
 O Bom Jesus Santo Antônio teve média geral 643,94 no resultado do Enem por escola, divulgado pelo Ministério da Educação, mas não apareceu entre os cem melhores do país. Quando comparado com todas as instituições brasileiras, a escola está em 161º lugar, numa lista de 10.076. Os resultados levam em conta as médias obtidas pelos alunos participantes do Enem 2011. Eles tiveram que responder quatro provas objetivas – ciências humanas, da natureza, linguagens e matemática – e escrever a redação. Apenas escolas com mais de 50% de participação de estudantes e o mínimo de 10 alunos foram consideradas. 

 Para se chegar à média geral, o MEC desconsiderou o resultado da redação. Além disso, ele não divulga o desempenho de cada Estado. A justificativa é que, assim, evita o ranking entre as unidades da federação. Apesar de as escolas catarinenses não figurarem entre as cem melhores, o doutor em Educação, Antônio Pazeto, ex-diretor de Educação Básica do Estado, diz que isso não significa que SC está mal no ensino médio, já que ele é um dos destaques nacionais.

 O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2011, por exemplo, revelou que o ensino médio catarinense é o mais alto do país. Pazeto explica que o fato de ter a melhor ou a pior escola não quer dizer que tem o melhor ou o pior ensino médio. A análise deve ser feita pelo conjunto e não pelos destaques. Analisando o grupo, o pesquisador diz que SC tem instituições mais homogêneas, sem grandes diferenças entre as notas altas e baixas. O especialista em avaliações da Universidade Federal de Minas Gerais Francisco Soares acrescenta que o resultado do Enem reflete apenas uma parte da qualidade do ensino: – As notas são explicadas mais pelas características dos próprios estudantes do que pelas práticas escolares. Por isso, as escolas buscam com empenho matricular alunos de alto desempenho cognitivo, dando bolsas. 

 O aspecto positivo de analisar a posição de cada escola é que não há dúvidas de que os alunos das mais bem colocadas aprenderam mais do que os das que estão longe delas. Soares ainda acredita que a posição que a escola ocupa não pode ser um critério de escolha para matricular o filho. O coordenador do Pré-Vestibular da UFSC/SED, Otavio Auler, diz que para o Enem se tornar uma avaliação global do ensino médio e ser usado como base para políticas públicas, é necessário remodelar esta etapa de ensino, para que siga o modelo proposto pela prova, com disciplinas integradas. – O Ideb abrange outras coisas que o Enem não abrange. Ele é mais uma autoavaliação do estudante.

Nota:
Deseja se preparar para o ENEM no sul de Santa Catarina? Envie um e-mail para atendimento.ib2@gmail.com 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Diretor do IBB visita redações de jornais impressos de Criciúma


O diretor do Instituto Brigue Beagle, Thiago Soethe, visitou as redações dos principais jornais impressos de Criciúma nesta sexta-feira. Juntamente com o Assessor de Comunicação Felipe Godoy, Soethe mostrou os diferenciais de ensino preparatório do IBB aos jornalistas Mariah Amorim (Diário de Notícias), Deize Felisberto (A Tribuna) e Djonatha Jeremias (Jornal da Manhã - foto).

Instituto Brigue Beagle contrata serviços de Assessoria de Comunicação

Desde o mês de novembro, o Instituto Brigue Beagle (IBB) com sede em Criciúma passa a contar com os serviços de Assessoria de Imprensa e Comunicação. A empresa responsável é a FLASHNEWS Comunicação, liderada pelo jornalista Felipe Godoy.
A partir de agora serão desenvolvidas estratégias de relacionamento on-line e off-line com alunos, parceiros, stakeholders e junto à comunidade.

Candidatos participam de provas para buscarem acesso às universidades do sistema ACAFE

Matéria publicada no Portal da Unesc e reeditada pela Assessoria de Comunicação do IBB:



O campus da Unesc esteve movimentado neste domingo (25/11). Pessoas de diferentes municípios vieram até a Universidade para dar o que pode ser o primeiro passo para que em 2013, estejam sentados nos mesmos bancos, como acadêmicos. Mais de 3 mil candidatos se inscreveram para prestar vestibular para a Unesc e vão concorrer a uma das 1.469 vagas ofertadas em 27 cursos de graduação. A prova do Vestibular de Verão 2013 da Acafe (Associação Catarinense das Fundações Educacionais) iniciou às 13h e terminará às 18h. O número de abstenções foi de 136.

A prova contou com 60 questões e uma redação. O número de vagas oferecido no Estado é de 15.234 nas 13 instituições participantes. O resultado final será divulgado no dia 7 de dezembro.

Os namorados Renata Valvassori Gonçalves e Vinícius dos Santos, ambos com 17 anos e de Criciúma, chegaram juntos à Unesc para prestarem vestibular pela primeira vez. “Estou calma e confiante na minha preparação”, comentou Renata, que tenta uma vaga em Biomedicina. “Acredito que nós dois faremos uma boa prova”, complementou Vinícius, que prestou vestibular para Arquitetura e Urbanismo.

No hall do Bloco Administrativo da Unesc, o casal Eva Pires e Luiz Carlos Baldori tomava chimarrão enquanto esperava o filho Marlon, de 17 anos, fazer a prova. Os gaúchos de Passo Fundo, hoje residentes em Criciúma, fizeram questão de dar apoio ao filho, candidato a uma vaga no curso de Medicina, levando ele até o local da prova. “Ele está tranquilo e confia no que estudou. O nosso papel é dar apoio e tranquilidade a ele. É um momento importante, mas se não der certo, é só a primeira tentativa”, afirmou.

Não deu desta vez? Confira as opções de cursos pré-vestibulares para a sua preparação no próximo semestre!